Cantora brasileira Alcione, comemora 50 anos de carreira com concerto no Coliseu do Porto
Cantora brasileira Alcione, comemora 50 anos de carreira com concerto no Coliseu do Porto

Cantora brasileira Alcione, comemora 50 anos de carreira com concerto no Coliseu do Porto

Partilhar:

Dia 15 de junho no Coliseu Porto Ageas, a rainha do samba junta-se ao público que conquistou em Portugal ao longo do tempo, para celebrar 50 anos de carreira. Não faltarão razões e êxitos para pôr todos a dançar e a aplaudir de pé Alcione.

Com um percurso musical que regista êxitos, desde há cinco décadas, Marrom, nome com que é carinhosamente apelidada, não deixa que as origens ganhem pó ou fiquem “soterradas” pela fama.

Entre boleros, uma pitada de jazz e muito samba, a cantora veterana promete fazer-nos viajar pelo imaginário do Brasil, mesmo com tanto mar pelo meio, ondulando os arranjos e as canções que o público tanto gosta.

No alinhamento, a senhora do samba brasileiro e eterna guardiã da voz quente e firme que muitos lhe reconhecem, traz, entre outros, os clássicos “Estranha Loucura”, “Você Me Vira a Cabeça”, “Além da Cama”, a feroz “A Loba” e o popular “Meu Ébano” que, juntamente, com o mais esperado “Não Deixe o Samba Morrer” farão os mais atrevidos levantarem-se das cadeiras para dançar.

Alcione, que encheu o Campo Pequeno, em 2020, regressa agora a terras lusas, para dois concertos únicos de comemoração dos seus 50 anos de carreira que tornará o Coliseu Porto Ageas, dia 15 de junho, numa verdadeira pista de dança, onde samba não faltará, de certeza.

Alcione Dias Nazareth nasceu em São Luís, Maranhão, no dia 21 de novembro de 1947. O nome de batismo foi ideia do pai, inspirado na personagem Alcíone, a protagonista do romance espírita Renúncia, psicografado por Chico Xavier. Ela é a quarta dos nove irmãos. 

Com um percurso musical que regista êxitos, desde há cinco décadas, Marrom, nome com que é carinhosamente apelidada, não deixa que as origens ganhem pó ou fiquem “soterradas” pela fama. 

Entre boleros, uma pitada de jazz e muito samba, a cantora veterana promete fazer-nos viajar pelo imaginário do Brasil, mesmo com tanto mar pelo meio, ondulando os arranjos e as canções que o público tanto gosta. 

No alinhamento, a senhora do samba brasileiro e eterna guardiã da voz quente e firme que muitos lhe reconhecem, traz, entre outros, os clássicos “Estranha Loucura”, “Você Me Vira a Cabeça”, “Além da Cama”, a feroz “A Loba” e o popular “Meu Ébano” que, juntamente, com o mais esperado “Não Deixe o Samba Morrer” farão os mais atrevidos levantarem-se das cadeiras para dançar. 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.