Criança ficou parcialmente sem dedo após ser mordida por macaco no Zoo Santo Inácio em Gaia
Criança ficou parcialmente sem dedo após ser mordida por macaco no Zoo Santo Inácio em Gaia

Criança ficou parcialmente sem dedo após ser mordida por macaco no Zoo Santo Inácio em Gaia

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Uma criança de 19 meses terá sido mordida por um macaco no Zoo Santo Inácio na manhã desta sexta-feira, 9 de abril. A notícia foi primeiro avançada pelo “Jornal de Notícias”, que adiantou que animal terá mesmo chegado a arrancar parte do dedo à criança, tendo esta sido levada para o Hospital de S. João, no Porto.

“Após a ocorrência, foi alertada uma patrulha da GNR de Avintes para o local, tendo um dos militares entrado na jaula e recuperado o dedo”, diz ainda a mesma fonte.

Em comunicado enviado às redações, o Zoo em Gaia reagiu: e explica, sem dar detalhes sobre o acidente, que o mesmo “ocorreu quando a criança estava a dar amendoins a um macaco e acabou por ser mordida na ponta do dedo, tendo sido prontamente assistida”. A direção do Zoo Santo Inácio garante ainda que prontamente chamou as autoridades para assistir a criança e para apurar o que teria acontecido. Segundo explica no mesmo documento, terá verificado “que as normas de segurança teriam sido quebradas, na medida em que o animal estava a ser alimentado pelos visitantes”.

Ainda assim, acrescenta que “está solidário com a família, com quem se mantém em constante contacto e está a acompanhar de perto a evolução do acontecimento, sabendo que a criança se encontra estável”.

Quanto ao futuro dos animais, o zoo garante que “nada lhes irá acontecer” e que serão mantidos todos os cuidados pelos tratadores e veterinários para garantir o seu bem-estar.

“O Zoo Santo Inácio adianta, ainda, que os planos de segurança dos parques zoológicos são criados tendo em conta a categoria de risco das espécies, como tamanho, rapidez ou mordedura, mas também o tipo de instalação onde se encontram existindo inclusivamente vários avisos que alertam os visitantes para as medidas de segurança a cumprir, nomeadamente não alimentar, nem tocar nos animais. Todos os planos implementados têm como objetivo garantir, em todos os momentos, a segurança dos tratadores, dos animais e dos visitantes.”

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