Encontro de “estátuas vivas” volta a Espinho, após a pandemia de Covid-19
Encontro de “estátuas vivas” volta a Espinho, após a pandemia de Covid-19

Encontro de “estátuas vivas” volta a Espinho, após a pandemia de Covid-19

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Texto escrito por Gabriela Teixeira

A cidade de Espinho volta a receber, no fim de semana, o Encontro Internacional de Estátuas Vivas, que, após dois anos de interregno devido à pandemia, regressa com 32 cenas de imobilismo por artistas portugueses, espanhóis e britânicos.

A 24.ª edição do evento continua a ser organizada pelo município de Espinho, no distrito de Aveiro, que para a competição de 2022 reuniu 40 participantes e apresentará as suas performances no largo da Câmara, e também nas montras de alguns estabelecimentos comerciais da Rua 19.

Realçando que este “é o mais antigo encontro internacional de imobilidade expressiva no mundo. A um ano de completar a 25.ª edição, o Encontro Internacional de Estátuas Vivas de Espinho orgulha-se de ser o principal impulsionador desta arte performativa, contribuindo inequivocamente para a sua notoriedade e visibilidade a nível nacional e internacional, potenciando o despontar de iniciativas semelhantes por todo o mundo, bem como o aparecimento de novos criadores e artistas”.

Propondo-se ser “uma grande festa da arte da imobilidade”, o evento vai reunir no sábado à noite os vencedores de edições anteriores e reserva o domingo à tarde para o concurso disputado por “belíssimas estátuas, que estabelecem uma relação de cumplicidade com os milhares de pessoas que habitualmente visitam o encontro”.

Os vários prémios a atribuir serão decididos pelo público e por um júri que integra António Gomes dos Santos, recordista mundial de imobilidade e participante de várias edições anteriores do encontro.

Esse é um dos ex-vencedores que, a par de outras estátuas vivas portuguesas, após a vitória em Espinho tem representado o país “em inúmeros concursos internacionais um pouco por todo o mundo, com destaque para Singapura, Holanda, Ucrânia, Rússia, Polónia e Bélgica”. 

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