Greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal afeta significativamente circulação ferroviária
Greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal afeta significativamente circulação ferroviária

Greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal afeta significativamente circulação ferroviária

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Os dados divulgados pela CP revelam que a greve dos trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (IP) resultou na supressão de 641 comboios, o que representa 58,8% das 1.090 ligações programadas entre as 00h00 e as 19h00.

Neste terceiro dia de greve, os trabalhadores responsáveis pelas operações, comando, controlo, informação, gestão de circulação e conservação ferroviária protestam por melhores condições de trabalho e remuneração.

A CP informa que, dos 66 comboios de longo curso programados, 51 não foram realizados. No serviço regional, dos 258 estimados, 189 foram suprimidos. Na área urbana do Porto, 140 dos 218 comboios programados foram cancelados, enquanto em Coimbra, 22 dos 28 estimados não circularam.

Em Lisboa, não se realizaram 239 comboios de um total de 520 estimados, com destaque para a ausência de supressões na Linha de Cascais. Apesar da greve, foram efetuados 449 comboios, superando os 291 definidos como serviços mínimos.

A CP permite o reembolso integral ou a troca gratuita de bilhetes para os clientes afetados nos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional e Regional. No último dia de greve, em 4 de janeiro, foram suprimidos 781 comboios, representando 71,8% dos 1.088 programados, e em 2 de janeiro, 798 comboios não circularam dos 1.086 estimados, cumprindo-se apenas os serviços mínimos até às 19h00, de acordo com informações da CP.

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