Marcelo convoca Conselho de Estado para fazer “ponto de situação” do país
Marcelo convoca Conselho de Estado para fazer “ponto de situação” do país

Marcelo convoca Conselho de Estado para fazer “ponto de situação” do país

Partilhar:

O Presidente da República agendou para o final de julho uma reunião do Conselho de Estado extraordinária para fazer “o ponto de situação” sobre a realidade económica e política do país.”

Marcelo diz que “faz sentido ouvir o Conselho de Estado” no final de julho para fazer uma apreciação da situação económica, social e política do país.

“Faz sentido [ouvir os conselheiros] porque está a arrancar o Orçamento do Estado para o ano que vem, estão a terminar os trabalhos da Assembleia da República. Não é para nenhum caso específico de intervenção, é para ouvir, no geral, o que pensam da evolução da economia até ao fim do ano e ano que vem, e da situação social e política”, justificou Marcelo Rebelo de Sousa em declarações aos jornalistas transmitidas pela RTP3, na inauguração da Feira do Livro de Lisboa.

Corresponde ao que prometi aos portugueses no dia 4 de maio: continuar a acompanhar atentamente a evolução da situação, nada melhor do que ouvir um espetro amplo de pareceres dos conselheiros”, acrescentou.

Marcelo adiantou que no próximo dia 16 de junho há um Conselho de Estado dedicado à Europa, que vai contar com a Presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola. Mas decidiu convocar os conselheiros para novo encontro no mês seguinte, porque “há muito tempo” que não os auscultava para “a apreciação da situação portuguesa”. “Com a guerra na Ucrânia e a situação lá fora, tenho dado prioridade às questões internacionais”, observou.

Pelo meio, irá receber os partidos com assento na Assembleia da Madeira para a marcação das eleições e, depois, os partidos com assento na Assembleia da República para fazer um balanço da sessão legislativa que termina em julho – “como é habitual”, notou – e ouvir os deputados sobre a “situação económica e social” do país.

“Faz sentido ouvir o conselheiros de Estado logo a seguir aos partidos”, disse Marcelo. Segundo explicou, “a ideia não é dar passos”, mas antes “ouvir” os conselheiros e “fazer apreciação das várias perspetivas que há neste momento”.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *