Matosinhos celebra a poesia de Ana Luísa Amaral durante uma semana
Matosinhos celebra a poesia de Ana Luísa Amaral durante uma semana

Matosinhos celebra a poesia de Ana Luísa Amaral durante uma semana

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De 6 a 11 de dezembro, Matosinhos recebe a 16.ªedição da Festa da Poesia que é este ano dedicada à poetisa Ana Luísa Amaral, vencedora do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana em 2021.

A festa da Poesia de Matosinhos propõe este ano uma viagem pela poesia de Ana Luísa Amaral que recebeu este ano o prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana. Ao longo de seis dias, de 6 a 11 de dezembro, a Biblioteca Municipal de Matosinhos – Florbela Espanca, acolhe esta festa da poesia que evocará também os poetas Daniel Faria e Isabel Meireles.

Em comunicado, a autarquia que também organiza outro evento literário, como o Festival Literatura em Viagem, confirma a presença de nomes como os da ex-ministra da cultura Isabel Pires de Lima, os escritores e poetas Fernando Pinto do Amaral, Eduardo Pitta, António Carlos Cortez, Perfecto Cuadrado, João Luís Barreto Guimarães ou Andreia C. Faria.

Para dia 8 está marcada para as 16h30 uma entrevista de vida com Ana Luísa Amaral que recentemente lançou, pela Assírio e Alvim o livro “Mundo”. Também dia 11 pela mesma hora está agendada uma homenagem à poeta “onde participarão, para além da autora, Isabel Pires de Lima e Rosa Maria Martelo”.

Na programação da próxima semana estão previstas outras conversas em torno da “poesia portuguesa contemporânea” em que participarão poetas como Fernando Pinto do Amaral, Eduardo Pitta e António Carlos Cortez que falarão “sobre os seus diferentes percursos literários”.

Segundo o comunicado, no espaço “Entre dois rios e outras noites” estarão presentes nomes da “nova geração como Andreia C. Faria, Maria Brás Ferreira ou André Osório”, onde serão abordados “os desafios que se colocam aos poetas em início de carreira”.

Outro dos pontos altos da Festa da Poesia faz-se com uma filha da terra. Isabel Meireles será evocada. “Natural de Matosinhos e hoje radicada em França, é uma das últimas figuras incontornáveis do surrealismo português”, indica a autarquia.

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